terça-feira, 11 de junho de 2013

Até para a morte 'e preciso ter sorte

Tenho andado a ver nos últimos dias uma papinha documental sobre o universo, do StefanHawking. Já tinha antes lido um livro sobre o assunto, tambem do mesmo senhor, onde se abordam algumas das questões fundamentais da realidade. O documentário, como quase tudo o que nao nos obriga a ler, 'e talhado para quem nao quer pensar muito, de tao bem explicadinho que esta, cheio de correspondências entre conceitos astrofísicos e de física quântica e a nossa realidade visível e perceptível, para que possamos perceber a coisa com os nossos cérebros medianos. Eu estou a gostar. O meu cérebro mediano esta a gostar.
O Stefan Hawking tem um cérebro melhor que o meu e nao acredita  num designer ou grande arquitecto de tudo o que existe. Ele diz que o mais provável 'e que existam muitos outros universos, nos quais a vida nao 'e possível, e que a nos (a modos que) nos calhou a lotaria. Ora eu que tenho sempre tanto azar ao jogo, mal posso acreditar q no meio de quica infinitas possibilidades, vim aparecer mesmo no universo dito "especialissimo". Que, do gás cósmico e da gravidade surgiram calhaus feitos de elementos da tabela periódica, e que depois disso as estrelas se acenderam, algumas explodiram irradiando elementos fundamentais 'a formação de vida nesses calhaus, outras distaram desses mm calhaus just enough  para a existência de agua. E AINDA, os cabrões dos buracos negros no centro das galáxias servem com estabilizador das ditas cujas. Depois disso, depois de milhares de milhões de anos de acirrada evolução darwiniana, depois de apenas os melhores dos melhores terem sobrevivido. Até depois do raio da extinção dos dinossauros (fosse lá pelo que fosse, meteorito, supernova ou prisão de ventre) estamos ca nos. Já nem questiono tanto o facto de andar por ca vida, ou a espécie humana. Mas eu. EU, raios e coriscos. Estou neste momento a escrever e a pensar sobre "coisas". Neste momento cagalhoto infinitamente pequeno na "linha" temporal da história do universo.
Por isso decidi concluir o seguinte. EU sou tudo o que existo. E vocês todos nao são reais. São um produto da minha imaginação. Excu
sam de reclamar, as coisas são mm assim. Lembrem se q vcs nao são reais e por isso a vossa dor e indignação tb n o são. Mais ainda, um vez q eu sou tudo o q existe 'e bastante provável que eu seja deus e que tenha criado o Stefan Hawking e o facebook para me distrair. 

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